Oficinas de costura do RN buscam incentivo para ampliar negócios com marcas próprias – Blog da Costura

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As oficinas de costura do Rio Grande do Norte estão buscando incentivo do governo para ampliar seus negócios e criar suas próprias marcas. A costureira Marionete Medeiros, que começou atendendo clientes tradicionalmente, viu no Programa Pró-Sertão uma oportunidade de crescer. Atualmente, ela dirige duas empresas de costura que empregam 60 pessoas, mas acredita que poderia ir além se tivesse incentivo fiscal para comprar matéria-prima de outros estados sem a diferença do ICMS. A expectativa é que, com esse incentivo, o setor cresça entre 15% e 20%.

Atualmente, as oficinas de costura produzem para grandes marcas do ramo de vestuário, como Guararapes e Cia Hering, por meio do Programa Pró-Sertão. No entanto, elas enfrentam obstáculos que as fazem perder competitividade, como a diferença na alíquota do ICMS na compra de matéria-prima de outros estados. Por isso, elas buscam apoio do Governo do Estado para fomentar suas empresas e criar suas próprias marcas.

Os empresários acreditam que ampliar o modelo de negócio é um novo nicho que pode fazer as empresas crescerem. Eles enxergam no e-commerce uma oportunidade de ampliar o mercado e atender o consumidor final de maneira mais direta. Com a ampliação do negócio, espera-se a geração de mais postos de trabalho e um crescimento anual de até 18%.

O Sebrae/RN tem acompanhado o movimento das oficinas de costura e considera o pleito de incentivo fiscal justo, pois as empresas terão que atender um maior volume de produção e, para isso, precisarão de mão-de-obra ampliada. A Fiern também endossa o pleito, destacando que o projeto Pró-Sertão é uma das mais importantes iniciativas para o desenvolvimento da economia potiguar.

O governo do Estado está avaliando a proposta da suspensão da alíquota de operação interestadual. A governadora Fátima Bezerra assegurou que o regime especial existente para empresas do setor de vestuário poderá ser aplicado também nas oficinas de costura. O Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, afirmou que o governo está consultando o Confaz, e, se não houver impedimento, é provável que o benefício seja concedido.

Em resumo, as oficinas de costura do Rio Grande do Norte buscam receber benefícios fiscais para ampliar seus negócios e criar suas próprias marcas, a fim de se tornarem mais competitivas no mercado de confecção de roupas. Acreditam que, com esse suporte, poderão gerar mais empregos e fortalecer a economia do estado.

Cláudio OliveiraRepórter A costureira Marionete Medeiros iniciou sua vida profissional atendendo suas clientes da forma tradicional em seu ateliê em São José do Seridó, a 245 km de Natal. No entanto, após ver no Programa Pró-Sertão a oportunidade de crescer, ela expandiu seu negócio e agora dirige duas empresas de costura que empregam 60 pessoas. Marionete almeja produzir sua própria marca e vender diretamente ao consumidor final, mas para alcançar esse objetivo, ela precisa do estímulo governamental para eliminar a diferença do ICMS na compra de matéria-prima de outros estados. A expectativa é de um crescimento de 15% a 20% no setor, caso isso ocorra.

Marionete é a presidente da Associação Seridoense de Confecções (ASCONF) e, apesar de ainda não produzir marca própria, está buscando apoio do Governo do Estado para eliminar a diferença de ICMS na compra de matéria-prima de outros estados, o que atualmente faz os produtos das oficinas de costura potiguares perderem competitividade. Ela acredita que o processo de emancipação do negócio, aliado ao estímulo governamental, pode resultar em um crescimento significativo no setor.

Além disso, o setor também está de olho no e-commerce, vendo nesse modelo de vendas uma oportunidade de ampliar o mercado. De acordo com a ASCONF, atualmente há 110 oficinas de costura em mais de 30 municípios potiguares, a maioria instalada no Seridó, que juntas geram cerca de 4 mil empregos diretos.

O Sebrae/RN, parceiro do Governo do Estado no Programa de Interiorização da Indústria Têxtil (Pró-Sertão), apoia o movimento das oficinas de costura rumo à ampliação dos negócios e destaca que o benefício fiscal facilita a ascensão no mercado, seja na aquisição de novos equipamentos e materiais, ou na comercialização. O governo do Estado está avaliando a proposta da suspensão da alíquota de operação interestadual, o que pode representar um avanço no setor.

A Fiern também endossou o pleito das oficinas de costura junto ao Governo do Estado, considerando que o projeto Pró-Sertão é uma das iniciativas mais importantes para o desenvolvimento da economia potiguar. O presidente da Fiern ressalta a importância de apoiar as oficinas de costura, especialmente na aquisição de novos equipamentos e no desenvolvimento de marcas próprias. Ele acredita que a produção e negociação de marcas próprias pelas oficinas de costura ainda está em fase inicial, mas de forte apelo, e oferece apoio técnico para que possam trabalhar suas marcas de forma criativa e única.

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