O fulanismo na política – Conexão Tocantins – Blog da Costura

[ad_1]

Se você quer Ganhar Dinheiro com Costura, clique aqui e veja a história da Solange Pereira!

O fulanismo na política é um termo utilizado para descrever a personalização excessiva da política, em que as pessoas se colocam no centro das discussões, em vez de debater ideias e propostas. Isso acaba gerando uma rivalidade entre pessoas e grupos, em vez de um debate saudável sobre as questões do país.

Neste cenário, políticos e figuras públicas acabam se comportando como vespas e serpentes, atacando uns aos outros e buscando queimar a imagem de seus oponentes. Isso gera uma crise na política, com constantes tensões entre os poderes, que prejudicam o desenvolvimento do país.

A tendência à fulanização da política também é alimentada pela presença constante de certos protagonistas na mídia, que ocupam grandes espaços e acabam se tornando a face da política e da justiça. Isso faz com que o debate político perca a força das ideias e se torne centrado nas personalidades.

Além disso, o convívio prolongado com o poder tem o efeito de narcotizar as pessoas, transformando-as em “deuses” de um Olimpo cada vez mais povoado. Essa distorção é alimentada pela tradição da oralidade na política, em que a retórica e o domínio do verbo são mais valorizados do que os projetos e feitos empreendidos.

Essa fulanização da política acaba tornando o discurso político muitas vezes vazio, baseado na emoção em vez da razão. Isso gera um tipo de político narcisista, que se banha nas águas de Narciso, fascinado por seu próprio brilho ilusório. Esse tipo de político acaba cometendo um grande mal contra si mesmo e contra a sociedade, pois sua inação e inércia prejudicam o avanço do país.

Em resumo, o fulanismo na política traz prejuízos para o debate público e para o desenvolvimento do país, ao centrar o foco nas personalidades em vez das ideias e propostas. É importante que a política volte a se basear em projetos e feitos concretos, em vez de se perder na personalização do poder.

[ad_2]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *