Corpos de vestir: Formas de resistir – Blog da Costura

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O texto fala sobre a resistência das mulheres ao longo da história, especialmente durante a transição da Idade Média para a Era Moderna. A teórica italiana Silvia Federici mostra como as mulheres foram alvo de perseguição e dominação, especialmente no período da caça às bruxas, como forma de eliminar a resistência à acumulação primitiva do capital. A artista Louise Bourgeois reivindica o espaço de criação e produção para as mulheres, quebrando a ideia de que o universo da arte pertence aos homens. Natasha Barricelli, por sua vez, utiliza a moda e a roupa como forma de expressar a existência do corpo feminino e evocar a resistência das mulheres ao longo da história.

As roupas que Barricelli cria são como pequenos corpos que reivindicam seu lugar de fala, representando as mulheres que foram massacradas pela lógica de sujeição imposta pelo patriarcado. Utilizando diferentes materiais, como feltro, lycra e voal, ela costura roupas que evocam o corpo feminino em suas diversas formas, buscando tornar visíveis os séculos de invisibilidade. Ela também se inspira na obra de Louise Bourgeois, que usava suas próprias roupas para criar esculturas-corpos em cabides.

A resistência, segundo o texto, está em aprender a vestir-se de outros corpos, tornando presente a luta das mulheres que vieram antes e que não se calarão. Os corpinhos de vestir de Natasha Barricelli mostram formas de resistir, atualizando o que foi dito por outras mulheres e fazendo com que a experiência delas seja ouvida e sentida. É um grito por todas as mulheres que lutaram e pelos séculos de invisibilidade que precisam ser trazidos à tona.

O trabalho de Barricelli, portanto, representa a resistência das mulheres ao longo da história, utilizando a moda e a roupa como formas de expressão e reivindicação de espaço. É um grito por todas as mulheres que vieram antes e por aquelas que ainda virão, buscando tornar visíveis as lutas e resistências do passado.

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