CNDH denuncia trabalho escravo em oficinas de costura em São Paulo – Blog da Costura

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O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) descobriu que em São Paulo existem cerca de 150 oficinas de costura onde trabalhadores, especialmente estrangeiros, são vítimas de trabalho escravo. Os trabalhadores começam a trabalhar cedo e terminam tarde, com poucas pausas ao longo do dia. Muitos são da Bolívia, Equador e Venezuela, e alguns também do Paraguai e Peru. Eles vivem e trabalham nas oficinas e são obrigados a pagar por alimentos e banhos. Mesmo quando são libertados, muitos escolhem permanecer nesse trabalho por falta de opções.

Muitas horas extras de trabalho são consideradas normais por eles, pois precisam enviar dinheiro para suas famílias em seus países de origem. Além disso, sentem que precisam ser gratos aos brasileiros que supostamente lhes deram uma oportunidade. A situação de trabalho escravo também acontece em ambientes domésticos, principalmente com mulheres negras. O problema é tão grave que o Ministério Público do Trabalho (MPT) alegou ter um efetivo reduzido para lidar com o desafio que se impõe.

Um exemplo é o caso de uma mulher que foi mantida em condições análogas à escravidão por 33 anos em São Paulo. Ela trabalhava sem remuneração e sem direitos trabalhistas, e sofria agressões físicas e assédio moral. Mesmo depois de um acordo em 2014, onde seus empregadores prometeram regularizar a situação dela, nada foi cumprido. O casal que a explorou chegou a afirmar que considerava a mulher como parte da família, mas isso não justifica as condições desumanas em que ela foi mantida.

Esse tipo de situação é inadmissível e precisa ser combatido com urgência. São vidas dedicadas a famílias e, muitas vezes, a justiça não é eficaz em lidar com esses casos. Mais esforços precisam ser feitos para garantir que os direitos humanos sejam respeitados e que esses trabalhadores sejam libertados dessa exploração. A Agência Brasil tentou entrar em contato com diversos órgãos governamentais para se manifestar sobre o caso, mas as respostas ainda não foram recebidas.

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