CNDH denuncia trabalho análogo a escravidão em oficinas de costura – Blog da Costura

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O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) descobriu que cerca de 150 oficinas de costura em São Paulo estão explorando trabalhadores estrangeiros em condições semelhantes à escravidão. A maioria das vítimas são imigrantes da Bolívia, Equador, Venezuela, Paraguai e Peru. As oficinas, que funcionam como casas, obrigam os trabalhadores a viver e trabalhar no mesmo local, com jornadas exaustivas que começam cedo e acabam tarde da noite.

Os trabalhadores têm poucas pausas ao longo do dia e são forçados a comprar comida e até mesmo pagar pelos banhos que tomam. Mesmo quando conseguem se libertar dos empregadores, muitos optam por permanecer nas oficinas, comprando máquinas de costura e acreditando que estão empreendendo, quando na verdade continuam em uma situação de precariedade. Eles sentem a obrigação de trabalhar tanto porque precisam enviar dinheiro para os seus familiares em seus países de origem.

Além disso, o CNDH também investiga casos de abusos em ambientes domésticos, onde principalmente mulheres negras são exploradas. O Ministério Público do Trabalho, que está lidando com esses casos, afirmou que tem um efetivo reduzido e não consegue lidar adequadamente com o problema.

Recentemente, o MPF denunciou um casal que manteve uma mulher em condições semelhantes à escravidão por 33 anos. Ela trabalhava sem receber salário, descanso ou outros direitos trabalhistas, além de sofrer agressões físicas e assédio moral.

Essas denúncias mostram a urgência de combater o trabalho análogo à escravidão, já que muitos trabalhadores são manipulados e se sentem presos em suas situações precárias. A sociedade precisa estar atenta a esses casos e apoiar medidas que garantam os direitos humanos e trabalhistas.

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