Americanas (AMER3) contesta decisão do Safra de não negociar recuperação – Blog da Costura

[ad_1]

Se você quer Ganhar Dinheiro com Costura, clique aqui e veja a história da Solange Pereira!

Americanas (AMER3) contesta decisão do Safra de não negociar recuperação

A Americanas (AMER3) lamentou a decisão do Banco Safra de não querer negociar e afirma estar confiante na aprovação do plano de recuperação judicial que será votado em assembleia no dia 19. O Safra entrou na Justiça pedindo anulação do plano, questionando sua legalidade.

A Americanas diz que o Safra vai contra a recuperação judicial e os esforços que vêm sendo feitos para a retomada da companhia e a preservação dos seus empregos e fornecedores. A empresa também ressalta que o Safra foi responsável por impedir o pagamento imediato de 100% dos credores das classes I e IV, que incluem dívidas trabalhistas e de pequenas e microempresas.

Além disso, a Americanas afirma que o Safra participou das negociações que levaram a um acordo com outros credores, mas seu posicionamento atual mostra que sua intenção desde o início não era negociar, mas apenas satisfazer seus interesses particulares.

A empresa destaca que o plano de recuperação foi resultado dos esforços da companhia, dos acionistas de referência, Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, e dos credores, e reúne as melhores condições para a preservação das atividades da rede de varejo.

A Americanas reafirma que os fatos que levaram à sua recuperação judicial continuam sob investigação das autoridades competentes, e o plano prevê a responsabilização de todo e qualquer administrador que venha a ser apontado como autor de fraude nas investigações.

O Safra acusa a rede e seus acionistas de referência de tentarem atrapalhar as investigações.

Em resumo, a Americanas contesta a decisão do Safra e reafirma sua confiança na aprovação do plano de recuperação judicial, ressaltando que o plano foi resultado de esforços conjuntos da companhia, acionistas e credores, e proporcionará a preservação das atividades da rede de varejo. A empresa também destaca que os fatos que levaram à recuperação judicial estão sob investigação e que o plano prevê a responsabilização de qualquer administrador envolvido em fraude.

[ad_2]

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *